A contaminação por metais tóxicos

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O aumento da atividade humana vem causando ao planeta diversos problemas ambientais. Em praticamente todos locais da Terra existe uma fonte de contaminação que ameaça o equilíbrio e a manutenção da vida. O processo de degradação é acompanhado pelo crescimento urbano desordenado e industrial, que despejam no ambiente contaminantes inorgânicos e orgânicos. Dentre os quais destacam-se os metais potencialmente tóxicos (MPT), introduzidos descontroladamente no ambiente. Os MPT em excesso podem causar muitas doenças e sérios problemas fisiológicos, já que são acumulativos no corpo humano. Resíduos industriais e doméstico contendo MPT possuem alto poder de disseminação e, com facilidade, atingem lençóis freáticos ou mesmo reservatórios e rios, contaminando fontes importantes de abastecimento de água potável das cidades. Os efeitos da contaminação por MPT é que em contato com a pele pode causar dermatite alérgica e, mais raramente, provocar ulcerações na pele formando cicatrizes, perfurações do septo nasal, câncer, distúrbios afetivos, irritação neuromuscular, cefaléia, náuseas e desmaios. Há também suspeitas de que possam afetar o sistema imunológico de seres humanos. A alta gravidade do problema fez com que houvesse a necessidade de estabelecimentos de uma série de políticas e procedimentos com objetivos de remediar o quadro de degradação ambiental. Para os MPT foram desenvolvidas várias tecnologias para remover e/ou imobilizar estes contaminantes do ambiente. Dentre os quais as mais utilizadas são precipitação, eletrólise, troca iônica, osmose inversa e adsorção.