A descoberta do alumínio

Alumínio (latim alumen), na verdade é o nome de um do sulfato de alumínio. Esse sal é conhecido desde a Antiguidade, pois era empregado como fixador de corantes em tecidos. Há mais de 7.000 anos atrás, o povo antigo da região do Iraque produzia cerâmicas de qualidade usando alto teor de alumínio. Há 4.000 anos atrás, os egípcios e babilônios usavam compostos de alumínio no preparo de vários produtos químicos e medicinais. Em 1807, Humphry Davy (cientista inglês) tentou isolar o alumínio a partir da alumina, Al2O3. Ele se convenceu que a alumina tinha “base metálica”, chamando-a alumium, mais tarde recebeu o nome de aluminum. No entanto, em outras línguas usava-se o termo aluminium. Somente em 1825 que o alumínio metálico foi isolado por Ørsted a partir da alumina. Para isso, ele preparou o cloreto de alumínio, AlCl3 e o tratou com uma liga de potássio com mercúrio, formando uma amalgama de alumínio. Após o aquecimento da amalgama ele obteve o alumínio, pois todo mercúrio foi evaporado. Em 1827 o alumínio foi repreparado por Friedrich Whöler em uma forma suficientemente pura, permitindo sua descrição adequadamente. Whöler também obteve o alumínio fazendo reagir cloreto de alumínio, AlCl3, com potássio metálico.