Lixo um grande negócio

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A produção de dejetos e resíduos é uma das consequências do aumento da população urbana. Outro aspecto interessante é que antigamente, resíduo urbano, mais conhecido como lixo, era composto basicamente por restos de alimentos, ossos, cinzas, metais, papéis, tecidos e outros materiais. O avanço tecnológico trouxe novos materiais na composição dos lixos urbano como plásticos e produtos eletrônicos. Infelizmente, todo esse resíduo vem sendo depositado em lixões a céu aberto, ou mesmo aterros sanitários. O aumento da quantidade desses resíduos eletrônicos está associado ao crescimento econômico. Além disso, a participação de resíduos industrializados na composição do lixo também aumentou vertiginosamente. Como resultado o tempo de decomposição dos resíduos urbanos também aumentou consideravelmente. Uma garrafa plástica, por exemplo, pode levar até um milhão de anos para decompor-se, enquanto uma lata de alumínio chega a durar 100 anos. Esse problema é tão sério que já existe um potencial de pelo menos R$ 8 bilhões por ano que os brasileiros dispersam em aterros e lixões, segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA). Infelizmente apenas cerca de 56 milhões de toneladas por ano passam por coleta seletiva, o que representa somente 13%. Portanto, o Brasil precisa passar por um processo de reaproveitamento dos resíduos urbanos pois não só o país perde economicamente, mais o ambiente vem sendo drasticamente poluído.

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