A descoberta das endorfinas

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Endorfina

A história remonta à descoberta do ópio,  medicamento considerado um dos mais antigos na história do homem, da famosa planta  Papaver somniferum, mais popularmente conhecida como papoula do Oriente, que é originária da Ásia Menor e cultivada na China, Irã, Índia, Líbano, Iugoslávia, Grécia, Turquia e sudoeste da Ásia. O ópio teve papel importante na literatura egípcia, grega, Suméria, Mesopotâmia, mesmo na história da vida de Jesus, pois foi  para aliviar a dor de carregar a cruz e flagelação,  sabiamente ignorado. Por que é importante fala sobre o ópio? Por causa de um alcalóide chamado morfina. Esse nome relaciona-se com o Deus grego dos sonhos chamado Morpheus sendo descoberto em 1803 pelo farmacêutico alemão, Friederich Serturner. Esse marco histórico permitiu mais  investigações com o objetivo de evitar os efeitos colaterais da morfina no uso para combater a dor. Essas investigações não avançaram muito de 1803 a 1971, até que se identificou que os efeitos da morfina tinha haver com sistema nervoso central, principalmente, amígdalas, estriado e hipotálamo. Nesses órgãos está a maioria dos receptores opiáceos, além de serem  áreas cerebrais responsáveis ​​por controlar a euforia , emoções, dor, etc.  A questão mais intrigante naquela época era porque o cérebro tem receptores para a morfina?, A resposta foi descoberta em 1975 por John Hugues e seus colaboradores, que descreveu as substâncias encefalinas, que seria rebatizado mais tarde pelo Dr. Erick Simon que Chock  com o nome endorfina.