Nanomedicina e sua batalha na cura de doenças graves

“Há muito espaço no fundo”, profetizou o físico Richard Feynman no final dos anos 50, há muito espaço abaixo, no infinitamente pequeno na nanoescala é um bilionésimo de metro e especialmente no campo da medicina. Nanomedicina possibilita os avanços tecnológicos principalmente em tratamentos personalizados, pois a cura é  diretamente na célula doente. A nanomedicina é um sonho da humanidade que nos permite ter  pequenos objetos circulando em nosso corpo à procura do menor problema para erradicá-lo logo no início.  Atualmente, existem em todo o mundo,  laboratórios  trabalhando no infinitamente pequeno e criando nanomateriais na escala de um bilionésimo de metro.  A Nanomedicina ainda é uma ciência nova, muito do que ainda é realizado em laboratórios já nos permite afirmar que um vasto arsenal e ação áreas: regenerativas medicina, vacinas, imagem latente, diagnósticos, terapias direcionadas administrações, etc. já estão a disposição para o tratamento de doenças. No tratamento de cânceres, por exemplo, a mudança de escala abre avenidas radicalmente novas.  As nanopartículas identificam as células cancerosas presentes no corpo tratando-as com doses específica de drogas, o que representa uma nova arma anti-cancerígena. A nanomedicina cria um novo paradigma para o tratamento da droga. A droga é reduzida a uma molécula que é encapsulada em uma nanopartícula que é administrada ao paciente. Esta nanopartícula está equipada com radares de reconhecimento, ou seja, anticorpos enxertados na superfície da partícula que identificam seu alvo (por exemplo, um tumor) e descarregam a dose necessária de fármaco.

Fonte: Up magazine

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