Alquimia

Naquela paredes velha e úmida, cercada por um cheiro forte de substâncias. O odor exalado não parecia com nada conhecido. As vezes, o cheiro sugeria o podre encontrado nos pântanos mau cheiroso dos rios que cercavam a cidades. As vezes, parecia o vinagre Alquimistas daqueles vinhos de pessíma qualidade produzidos pelos fazendeiros que se recusavam a pagar os impostos. No lugar havia uma bancada de madeira grossa, cheia de objetos de vidros estranhos. Alguns continham líquidos de toda cor que se possa imaginar. Nesse lugar insalubre estavam dois homens conversando.

Caro amigo: Temos a necessidade de encontrar uma forma de transformar qualquer coisa em ouro.  Imagine você como o mundo será modificado?

Verdade meu amigo, Geber. A transmutação faria com que uma coisa fosse transformada em outra e vice-versa. Portanto, temos um caminho longo a seguir.

Vamos misturar essa substância com aquela, acredito que teremos um resultado que nínquem ainda conseguiu.

Mas Geber, tome cuidado, você nunca fez isso antes.

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