Tecnologia versus o quadro de giz

Dentre as experiências que o professor do século XX vive com alunos do século XXI sem sombras de dúvidas está a tecnologias da informação (TI). Evidentemente, que existe muita luta contra a introdução de TI nas salas de aulas. Porém da mesma forma que os recados de papel circulava no séculos XX, hoje o procedimento é o mesmo. Naquele tempo, o que circulava em sala eram recados de amor,  encontros se contraponto com fórmulas de física, matemática eram transmitidos para os colegas usando papel amassados e pequenos. Naquele tempo, chegar 10 minutos atrasados representava, dependendo do professor, um quadro cheio, que muitas vezes o colega emprestava o caderno para copiar a matéria. Atualmente, com a TI o encontro, além de ser marcado numa mensagem no Facebook ou no WhatsApp, sai da esfera da sala de aula para chegar nos mais diversos locais e situações virtuais. Nos relacionamentos de sala de aula foram introduzidas as fotos, selfs para apimentar a amizade ou mesmo os encontros. As fórmulas físicas e matemáticas passaram a ser buscadas em links, e as questões relacionados àqueles assuntos complexos tornaram-se obsoletos com as buscas no Google. Chegar atrasado não é mais um problema, nada que uma foto para ficar na galeria dos smartphones não resolva esse problema. Nesse contexto, a melhor coisa para um professor é entender seus alunos da mesma forma que muitos professores faziam antigamente. Não basta ser usuário de Facebook, WhatsApp tem que interagir com os alunos do século XXI.