Diplomacia científica os químicos fazem a diferença

Dr Genilson Pereira Santana

Químicos sempre foram fundamentais para ajudar seus governos em muitos assuntos diplomáticos complexos. A diplomacia científica é uma forma de nova diplomacia e tornou-se um termo abrangente para descrever uma série de intercâmbios técnicos formais ou informais, baseados em pesquisa, acadêmicos ou de engenharia, dentro do campo geral das relações internacionais segundo definição na Wikipedia: O uso de colaborações científicas entre as nações para resolver problemas comuns e construir parcerias internacionais construtivas.

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Mudanças climáticas, destruição da camada de ozônio, armazenamento e segurança de produtos químicos e a eliminação de armas químicas são questões em que os químicos e seu conhecimento especializado são vitais para a criação de soluções sustentáveis. Sociedades profissionais como a Sociedade Brasileira de Química (SBQ) têm papel vital a desempenhar no apoio à diplomacia científicos contribuindo com a solução de questões mundiais urgentes.

Problemas como química da atmosfera, devem ter o envolvimento de cientistas, principalmente químicos. Nesse caso, os químicos devam ser recrutados para contribuir com uma melhor definição de ações a serem tomadas para melhoria da humanidade.

Obter acesso a instalações de pesquisas internacionais geralmente requer apoio diplomático científico. Nesse caso a diplomacia para a ciência é importante para visitas a instalações como telescópios, aceleradores de feixe de alta energia. Os resultados dessa diplomacia são fundamentais para o estabelecimento de estratégias de desenvolvimento de um país.

A diplomacia científica fundamental para o desenvolvimento de um país e da humanidade, principalmente em tempos de pandemia como a do Covid

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