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Como era a ligação química no século XIX

Pentano

Como era a ligação química no século XIX? Então, hoje quando se fala em ligação química pensa-se logo nas ligações iônica, covalente, metálicas e de hidrogênio. Dessa forma, você também lembra-se que já leu alguns posts aqui do Clube da Química sobre ligações químicas. Mas, para recordar você pode acessar os posts abaixo.

Mas, afinal de contas temos que voltar para o século XIX especificamente com Davy, Berzelius, Van´t Hoff, Kekulé e Lewis.

A teoria dualística

Estudos acerca do comportamento eletroquímico de diversas substâncias levaram Sir Humphry Davy, na primeira década do século XIX, à hipótese da união química ocorria pela atração eletrostática entre “partículas” de cargas elétricas opostas. Assim, Berzelius, em 1819, elaborou a primeira teoria consistente de afinidade química: a teoria dualística.

Pela teoria dualística, a formação do óxido de cálcio (CaO), por exemplo, ocorria devido a um fluxo de eletricidade do cálcio (Ca) para o oxigênio (O). Dessa forma, o cálcio tem carga positiva e o oxigênio carga negativa. Dessa forma, a teoria dualística explicava com êxito ou não, todas as ligação química.

Apesar de a teoria dualística ser um sucesso para substâncias altamente polares (sais), ela falhava moléculas pouco polares ou apolares. Por exemplo, moléculas orgânicas e diatômicas (H2 e Cl2). Como resultado, abandonaram-se a teoria dualística para os químicos orgânicos.

Essa limitação, não impediram os avanços na área da Química Orgânica  principalmente no arranjo espacial dos átomos e tetravalência do carbono e descobertas sobre o estereo-isomerismo de diversas substâncias orgânicas.

As contribuições da teoria dualística

Então, a atenção de químicos direcionaram seus estudos de teoria dualística nos compostos iônicos. Dessa forma, você vai encontrar as seguintes contribuições:

Considerações finais

Espero que você tenha descoberto a contribuição da teoria dualística para as ligações químicas.  Mas caso ainda tenha dúvida, não pense duas vezes junte-se a comunidade do Clube da Química para receber nossas novidades. Assim, conecte-se nas nossas redes sociais:

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Fonte

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