Porque devemos ter o imposto do carbono

Poluição do ar

Pergunte a qualquer economista como devemos reagir às mudanças climáticas. Então, eles dirão que uma estratégia mais eficaz é colocar um valor nos gases de efeito estufa emitidos, principalmente dióxido de carbono (CO2). Ou seja,  nós deveríamos comprar um imposto sobre o carbono (C).

Bom, isso reflete um princípio econômico básico. Então, qual é esse princípio? Em princípio, é princípio do custo do desperdício de qualquer atividade. Dessa forma, nós pagamos por jogar fora nosso lixo ou higienizar nossas águas residuais. Assim, por que não pagar pelo dióxido de carbono (CO2)? 

A princípio, estamos emitindo dióxido de carbono (CO2) durante nossas atividades do dia a dia. Por exemplo, nosso café da manhã; almoço; roupas; entre outras coisas. Podemos citar para você uma quantidade enorme de coisas que temos que produzem dióxido de carbono (CO2) como transporte que usam combustíveis fósseis?

Consequências da poluição atmosférica

Bom, aqui abaixo nós colocamos para você alguns posts sobre os problemas da poluição sobre a humanidade. Te convidamos a  descobrir mais sobre esse assunto nesses posts que foram publicados no ClubedaQuimica

 

Produtos químicos que geram carbono

Bom, a tabela abaixo mostra alguns produtos de polímeros que ao ser queimados geram gases de efeito estufa. Então, esse polímeros têm como principais produtos de queima o monóxido de carbono (CO) e dióxido de carbono (CO2). 

Tabela – Exemplos de produtos químicos resultantes da queima de polímeros

 PolímeroProdutos da pirólise ou combustão
PoliuretanasMonóxido de carbono (CO), dióxido de carbono (C02), óxidos de nitrogênio (NOx), ácido cianídrico (HCN), amônia (NH3), nitrilas (acetonitrila, benzonitrila, acrilonitrila), hidrocarbonetos alifáticos e aromáticos (benzeno - C6H6, tolueno - C7H8), isocianatos (pode ocorrer isocianato de metila), diiscianatos e seus dímeros e polímeros
Policloreto de vinila (PVC)Monóxido de carbono (CO), dióxido de carbono (CO2), ácido clorídrico (HCl), hidrocarbonetos alifáticos e aromáticos (benzeno - C6H6, tolueno - C7H8, etil benzeno, estireno)
PoliestirentoMonóxido de carbono (CO), dióxido de carbono (CO2), estireno, hidrocarboneto alifáticos e aromáticos (por exemplo, etil benzeno - C6H6, tolueno - C7H8)
Resina ureia/formaldeídoMonóxido de carbono (CO), dióxido de carbono - CO2, amônia (NH3), ácido cianídrico (HCN), nitrilas, óxidos de nitrogênio, hidrocarbonetos alifáticos (metano - CH4)
PolipropilenoMonóxido de carbono (CO), dióxido de carbono CO2, hidrocarbonetos alifáticos (metano CH4, insaturados lees) e aromáticos (benzênicos e negro de fumo)
PolietilenoMonóxido de carbono (CO), dióxido de carbono (CO2), hidrocarbonetos alifáticos (metano CH4, insaturados leves) e aromáticos, aldeídos, ácidos graxos voláteis, fumos de negro de fumo

A princípio, podemos notar o porquê que deveríamos pagar um imposto por estar usando, por exemplo, polímeros no nosso dia a dia.  Portanto, cobrar imposto para que tenhamos uma redução ´da quantidade de resíduos que emitam dióxido de carbono (CO2).

Outra alternativa para reduzir o aquecimento global

A princípio, outra possibilidade de reduzir a quantidade de carbono (C) no ambiente é criar um programa de limite e comércio. Como assim? Bom, por exemplo, os países europeus aplicaram um programa desse para as suas usinas e indústrias. Ou seja, os países europeus colocaram um limite de emissão de gases de efeito estufa. Então, a empresa que reduzir a emissão de gases de efeito estufa tem prioridade para licenciar os seus produtos.

Por que um país como Estados Unidos se importa com essas questões? Bom, existem muitas razões. Em princípio, um imposto sobre o carbono (C) traz maior clareza para o mundo dos negócios aprecia. Além disso, os Estados Unidos possuem um sistema de arrecadação de impostos bem desenvolvido. Dessa forma, arrecadar impostos sobre de produtos com carbono (C) seria possível.

Por essas razões, cerca de 3.600 economistas assinaram uma declaração que perde a cobrança de um imposto sobre os produtos com carbono (C). Bom, nessa lista tem-se três ex-presidentes do banco central dos EUA, 27 ganhadores do Nobel e 15 ex-presidentes do conselho econômico da Casa Branca.

O modelo de cobrança de imposto do carbono

Então, os economistas calculam os danos climáticos com Modelos de Avaliação Integrada que são baseados em  feedbacks entre a economia e o clima. Bom, esses Modelos de Avaliação Integrada são tão importantes que o Prêmio Nobel de Economia de 2018 foi para o economista William Nordhaus, da Universidade de Yale, um pioneiro na área.

A princípio, Modelos de Avaliação Integrada calculam uma taxa de imposto para o carbono.  Ou seja, um valor monetário para cada tonelada de dióxido de carbono (CO2). Então, os Modelos de Avaliação Integrada calculam os feedbacks entre o clima e a economia. Além disso, eles levam em conta o ciclo global da atividade humana e os danos econômicos do aumento das temperaturas atmosféricas e do alto mar.

Portanto, queimar uma tonelada de carvão contendo 55% de carbono (C), por exemplo, produz cerca de 2 toneladas de dióxido de carbono (CO2) e quanto de imposto deveria se pago.

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Fonte

Pour la Science – Gilbert E. Metcalf

Termodegradação de polímeros

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