A Tabela Periódica Nuclear

É muito difícil imaginar um químico sem uma tabela periódica. Ela é a base para a interpretação de muitos processos físicos e químicos que acontece com os elementos químicos. Secularmente, os elementos químicos foram colocar em uma tabela por Dimitri Mendeleev. Ao longo dos anos a tabela periódica foi enriquecida por diversos elementos químicos, naturais e até mesmo artificiais. 

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Ao de sua história  muitos tentaram mudar o formato da tabela periódica construída por Mendeleev. Assim já tivemos várias tabela alternativas, do Google, da matemática, artística, dos nós moleculares e moleculares. Agora no mês de abril de 2020 Hagino e Maeno, dois pesquisadores da Universidade de Kyoto (Japão), publicaram no periódico Foundations of chemistry uma nova tabela periódica.

Eles proporam uma tabela periódica para núcleos atômicos cujos  elementos são organizados de acordo com as conchas nucleônicas conhecidas. Para isso, eles usaram os números de elétrons mais estáveis ​​que são 2, 10, 18, 36 relativos aos gases nobres. Esses elementos da tabela periódica são considerados inertes que raramente reagem com outros elementos. Esses números foram considerado mágicos (núcleos mágicos) e usados para estabelecer a base da tabela periódica nuclear. 

Assim , a tabela periódica nuclear colocar os elementos contendo ‘núcleos mágicos’ no centro. A partir daí uma nova perspectiva sobre os elementos foi estabelecida. Dessa forma, semelhante aos elétrons, quando as órbitas nucleares são preenchidas com prótons, os pesquisadores japoneses escolheram aqueles núcleos que eram estáveis. Um procedimento análogo que ocorreu com os gases nobres. Veja abaixo

Referência

Hagino, K. & Maeno, Y. A nuclear periodic table. Foundations of Chemistry,