O lado negro dos desinfetantes de água potável

Corpo com água

O lado negro dos desinfetantes de água potável o que seria? Então, vamos começar falando das doenças comuns da água. Dessa foram, o consumo de água não tratada pode dar origem a sintomas e algumas doenças, como leptospirose, cólera, hepatite A e giardíase. Essas doenças são mais frequentes em crianças de 1 a 6 anos, gestantes e idosos. A água contaminada mata milhões e milhões de pessoas por doenças transmitidas desde o século XIX, desde então é considerado um grave problema de saúde pública mundial.

Enquanto aumento populacional mundial associado as baixas condições de saneamento básico fez com que houvesse uma corrida por novas tecnologias de tratamento. Apesar dos resultados das novas tecnologias, o processo de densificação ainda é muito usado. A justificativa para o uso de reagentes químicos é praticamente a extinção da cólera e febre tifoide. Todavia, o uso de reagentes químicos representa uma espécie de troca entre a inativação de patógenos que vão deixar as pessoas doentes hoje e o risco de longo prazo e baixo nível de produtos químicos na água.

Os produtos químicos se formam na água quando desinfetantes (por exemplo, cloro) são adicionados aos sistemas de tratamento de água potável das cidades para matar patógenos. Além de matar os patógenos, os produtos químicos formados reagem com compostos orgânicos presente na água em tratamento. Os compostos orgânicos podem estar presentes na água como resultado de processos naturais. Por exemplo, o processo de decomposição de folhas e restos de animal morto, bem como de atividades humanas liberam solventes, fármacos, pesticidas e produtos químicos industriais.

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Os químicos descobriram pela primeira vez os subprodutos da desinfecção em água potável tratada na década de 1970. Eles identificaram tri-halometanos formado da reação do cloro com a matéria orgânica natural. Desde então, os cientistas identificaram mais de 700 subprodutos de desinfecção adicionais. Produtos químicos potencialmente cancerígenos se formams com a interação de cloro e não apenas de matéria orgânica no ambiente. Além disso, materiais sintéticos, por exemplo, fenóis do tipo bisfenol A (BPA),  agentes de proteção solar e antimicrobianos são também cancerígenos.

Para encontrar um equilíbrio entre a desinfecção e a redução dos riscos de contaminação pelos contaminantes formados, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), por exemplo, regula atualmente 11 subprodutos da desinfecção. A EPA incluiu também um punhado de tri-halometanos (THM) e ácidos haloacéticos (HAA). Isso representa apenas uma pequena fração de todos os subprodutos da desinfecção nos Estados Unidos.

Por outro lado, países como a Holanda acreditam que os riscos de doenças causadas pela água sem o cloro superam os riscos de usá-lo para tratar a água. Deve ser tido que muitos países da Europa não esperaram por provas e adotaram uma abordagem de precaução para reduzir o risco potencial. Eles adotaram abordagens alternativas para desinfecção primária, como ozônio ou luz ultravioleta. A osmose reversa está entre as opções usadas para remover orgânicos e inorgânicos da água.

Infelizmente, a maioria dos consumidores de água potável não sabem quais produtos químicos compõem os processos de tratamento para garantir a qualidade da água. Talvez a informação mais importante que eles sabem é o uso de alguns desses produtos químicos, como cloro e flúor. Portanto, o cloro adicionado como bactericida leva à formação de subprodutos tóxicos não regulamentados e perigosos a saúde pública.

Fonte:

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