A história da sacarina

Adoçante

Então, você os vê em quase todos os restaurantes: aqueles pequenos pacotes de papel, azul, amarelo ou rosa além de frasquinhos com líquido. Então, em pouco mais de 50 anos, os adoçantes artificiais se tornaram uma parte onipresente da experiência gastronômica. Assim, hoje os clientes encontram uma coleção multicolorida de produtos químicos que adoçam a suas vidas.

Dessa forma, você pode encontrar em um restaurante, lanchonete entre outros lugares alguns adoçantes.  Por exemplo: sacarina (C7H5NO3S), maltodextrina, sucralose, glutamato monossódicos e ciclamato de sódio. 

Bom, aqui no ClubedaQuimica nós publicamos posts que tratam de adoçantes e convidamos você a descobrir mais sobre eles. Vejam a lista abaixo:

Agora, vamos voltar para o assunto principal que a sacarina. Então devido às propriedades sinérgicas e funcionais da sacarina (C7H5NO3S), por exemplo, estabilidade e baixo custo, continua sendo um valioso adoçante de baixa caloria hoje. 

Além disso, a disponibilidade de sacarina (C7H5NO3S) e outros adoçantes de baixa caloria permite que os fabricantes usem o adoçante mais apropriado, ou combinação de adoçantes, para um determinado produto. Na verdade, a sacarina (C7H5NO3S) é a base para muitos produtos de baixa caloria e sem açúcar em todo o mundo. Assim, ela é um dos adoçantes presenta na mesa, assados, compotas, gomas de mascar, frutas enlatadas, doces, coberturas de sobremesas e molhos para saladas.

Uma pequena história da sacarina

Então, a sacarina (C7H5NO3S) é o primeiro adoçante não nutritivo amplamente comercializado. Bom, em 1879 por Constantin Fahlberg a descobriu no laboratório de Ira Remsen na Universidade Johns Hopkins (Baltimore). 

Sacarina sódica
Sacarina sódica

Olha um detalhe interessante para você entender a descoberta da sacarina (C7H5NO3S). Bom, Fahlberg estava trabalhando com o sulfamida benzoica derivado do alcatrão de carvão quando notou um sabor doce em sua mão. Aí, ele associou o sabor ao composto, ao qual deu o nome trivial de sacarina. 

Assim, Fahlberg e Remsen logo desenvolveram uma síntese de sacarina (C7H5NO3S) a partir do ácido o -sulfamoilbenzóico (C7H6O2). Então aconteceu aquelas coisas que sócio geralmente não gostam. Em meados da década de 1880, Fahlberg, para desgosto de Remsen, começou a fabricar sacarina (C7H5NO3S) na Alemanha.

Já em 1906, a sacarina (C7H5NO3S) tornou-se controversa devido a preocupações com aditivos alimentares provocadas por The Jungle, de Upton Sinclair. Harvey Wiley, o químico chefe do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, propôs a proibição da sacarina (C7H5NO3S). Mas, o presidente Theodore Roosevelt, que precisava perder peso, declarou: “ Quem diz que a sacarina é prejudicial à saúde é um idiota. ” A carreira de Wiley estava terminada.

O uso da sacarina tornou-se difundido durante a Primeira Guerra Mundial devido à escassez de açúcar. Na década de 1960, começou a ser promovido para perda de peso, mais familiarmente sob o nome comercial Sweet’n Low (Cumberland Packing Corp., Brooklyn).

Como a sacarina é metabolizado por nossos organismo retirou-se ela da lista de cancerígenos 

Logo depois, cientistas de alimentos descobriram que a sacarina (C7H5NO3S) causa câncer de bexiga em ratos. Em 1977, um ato do Congresso exigiu que a embalagem do adoçante ostentasse uma etiqueta de advertência contra o câncer. Mas em 2000, os cientistas descobriram que os humanos metabolizam a sacarina (C7H5NO3S) de forma diferente dos ratos. A exigência da etiqueta de advertência foi rescindida.

Hoje, apesar de toda a concorrência de outros adoçantes e seu sabor metálico, a sacarina continua sendo uma escolha popular.

Fonte

ACS

Diabetes

Science History Institute

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